Unidade de Tratamento Conservador
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Hospital do Rim e Hipertensão
Em meados de 1983 os professores e orientadores da Disciplina de Nefrologia
fundaram o Instituto Paulista de Estudos e Pesquisas em Nefrologia e Hipertensão
- IPEPENHI, transformado agora em Fundação Oswaldo Ramos, entidade
jurídica e sem fins lucrativos com a finalidade de prover a sustentabilidade
a Disciplina de Nefrologia e seu Programa de Pós-Graduação.
Visava também, como princípio de sua criação,
incrementar ainda mais o atendimento nefrológico na área clínica
como prevenção de doenças renais e sua progressão,
tratamento de pacientes em uremia, Transplante Renal e Hipertensão
Arterial.
O impacto social da FOR ultrapassou todas as expectativas iniciais. A capitalização
dos recursos gerados mais o reconhecimento pelos órgãos públicos
devido à elevada qualidade profissional, proporcionou a construção
do Hospital do Rim e Hipertensão (HRH). Este, com
vocação pública para o atendimento das faixas sociais
menos privilegiadas da nação, tem cumprido mais esta e importante
missão: solidariedade, nucleação e visibilidade.
Em termos de solidariedade é nítida sua ação ao
manter mais de 80% de sua atenção a casos de elevada complexidade
médica para a população atendida pelo Sistema Único
de Saúde (SUS). Tornou-se o centro hospitalar com o maior número
de transplantes renais do mundo, perfazendo quase há uma década
entre 500 a 600 transplantes por ano. Chama a atenção à
característica de solidariedade pois os pacientes submetidos a transplante
no HRH são oriundos de todos os estados da nação, em
locais onde não existe rotina de transplante ou então, o que
é mais sensitivo, em pacientes de elevado risco clínico e que
necessitam de estrutura complexa para seu atendimento. Para estes pacientes
oriundos de regiões mais carentes e distantes, foi instituído
um centro de assistência social, a Casa do Transplante, oferecendo condições
para a realização do tratamento clínico e cirúrgico
na FOR.
Ao lado disto, o HRH ofereceu para a população do SUS, 2.750
internações, 470 mil exames laboratoriais e 136 mil atendimentos
ambulatoriais, em média por ano, nos últimos três anos.
O resultado deste esforço e competência trouxe visibilidade significante
e o seu reconhecimento como Hospital Universitário considerado de utilidade
pública em nível municipal, estadual e federal. (topo)
Hospital
Diadema
O
serviço de Nefrologia do Hospital Estadual de Diadema, que teve início
em setembro de 2003, oferece atendimento ambulatorial e a pacientes agudos
internados que necessitam de interconsulta e de procedimento dialítico
nas enfermarias da clínica médica, cirúrgica, gineco-obstretrícia,
ortopedia e UTI. A equipe médica é composta por quatro médicos
da Disciplina de Nefrologia
Unidade
de Hipertensão
O grupo de Hipertensão Arterial da Disciplina de Nefrologia é
composto por três docentes, dois professores afiliados e um pesquisador
doutor. Colaboram com o grupo um docente e um pesquisador doutor da Disciplina
de Endocrinologia. Em conjunto, esses porfessores mantêm o ensino, pesquisa
e assistência na área de Hipertensão Arterial e síndrome
metabólica. Existem ambulatórios especificamente desenhados
para o ensino na graduação (internato) e na residência.
Já, os doze pós-graduandos em curso, têm treinamento diário
e colaboram com a assistência aos doentes. Atualmente, o grupo de Hipertensão
Arterial está envolvido em 26 protocolos, tanto da indústria
farmacêutica, como forma de captação de recursos, como
protocolos concernentes à formação dos pós-graduandos.
No total, o grupo de Hipertensão Arterial assiste 800 pacientes ao
mês, com distribuição de 50.000 comprimidos mensais, provenientes
de medicações doadas pela indústria farmacêutica.
Além do volume substancial de atendimentos, o grupo de Hipertensão
Arterial preocupou-se, ao longo de sua história, em fornecer um atendimento
de qualidade. Assim, há vários anos, o ambulatório de
Hipertensão Arterial possui instalações amplas e confortáveis,
com infra-estrutura suficiente para o diagnóstico etiológico
definitivo, sem a necessidade de internar os pacientes. Tem ainda a capacidade
de realizar glicemia capilar, ECG, monitorização da pressão
arterial, fundoscopia, etc., a qualquer hora, facilitando diagnósticos
urgentes e impedindo que o paciente se desloque para esse fim.
Finalmente, o atendimento ao paciente hipertenso é feito de maneira
inter e multidisciplinar, com enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas
e psicólogos, além dos médicos. (topo)
Unidade
de Tratamento Conservador
A Disciplina de Nefrologia da Unifesp construiu e mantém um Ambulatório
de Tratamento Conservador da IRC, para atendimento de pacientes do SUS. O
objetivo desse serviço é evitar ou retardar a necessidade de
tratamento substitutivo da função renal, ou seja, diálise.
Atualmente, temos aproximadamente 1.000 pacientes em tratamento conservador,
com média de 350 consultas por mês. A cada mês, cerca de
30 novos pacientes são incorporados ao serviço. Os pacientes
são acompanhados por uma equipe multidisciplinar formada por médicos,
enfermeiros, nutricionistas e psicólogos. Durante o período
de acompanhamento, esses pacientes recebem orientação médica,
nutricional e são informados do caráter progressivo e irreversível
da IRC. (topo)
Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina
ISCIPLINA DE NEFROLOGIA
Disciplina de Nefrologia
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